sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Hino dos Funcionários Públicos

Ele a com cada uma!

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Foge foge bandido - Sempre a pensar

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Homenagem a João Aguardela


terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Sitiados - Circo & Vida de marinheiro


Quem não se lembra destes dois temas imortais?!?! João Aguardela como vocalista, um entre muitos trabalhos em que tanto se empenhou. Amanhâ, homenagem a este senhor no ccb pelas 21h.

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Adeus Porto, adeus "Três Cantos"...

Fotos do concerto não há, apesar de ter levado a maquina não tive tempo nem para me coçar!

sábado, 31 de Outubro de 2009

Já estou a caminho!

Próxima paragem...

PORTO!


Fim de semana na "imbicta", mais propriamente enfiada no Coliseu do Porto! "Três Cantos" a bombar!

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Mais panfletos para colocar dentro da folha de sala...
Jazus que sacrifício!

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Dama Bete - Já

A rapariga tem pinta e há que fazer publicidade (além disso é minha colega de turma!)!! :P

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Mama?!

A muito tempo que não ia ao teatro! Hoje, inesperadamente, telefonaram-me oferecendo-me um bilhete para a Sala Estúdio no Teatro Nacional Maria Matos, para asistir ao "MAMA?!". Aceite de bom grado claro (até porque me encontrava sozinha em casa)! ADOREI! Adorei mesmo e claro que esta mais que recomendadissimo!
Obg Paula! :)
PS: Tenho só a avisar que é tudo em estilo mimo, que é como quem diz, em mimica! Mas é lindo e vale mesmo a pena, sobretudo quando somos chamados a palco, ou quando podemos aregalar as vistas com o Diogo Infante ao nosso lado! :) Se estão por Lisboa vão ver! Vão mesmo, esta lá até dia 8 de Novembro(é só publicidade! hehe!).

A historia hilariante de uma bailarina de cabaret que de súbito vê a sua carreira comprometida porque engravida de um homem que acaba por abandoná-la. A partir desse momento tudo corre para uma existência de miséria e solidão. Sozinha, sem dinheiro e uma barriga cheia de vida tenta sobreviver encontrando pelo seu caminha um musico de rua que a ajuda nos seus problemas e com quem estabelece uma estranha e ambígua relação entre a conveniência, amizade e o rotundo desacordo...

Uma criação da Peripécia Teatro.

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Recordações do desfile de Carnaval da A.A (2003)

Recordações... Esta é uma amostra do meu 2º desfile de Carnaval da António Arroio. Por acaso até apareço toda vestida de branco atrás dos Toca Rufar, estava vestida de anjo! Caído do céu claro! Até porque estava com uma talo no braço(fui contra uma árvore a fazer snowbord!) Já la vão... uns aninhos!

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Miau!

"(...)Sou um gato e sou 7. Tenho 7 vidas. 7 arcanjos. 7 notas musicais. 7 cores no Arco Íris para escorregar até ao jardim onde caio e descanso no 7º dia de Deus. Sou um gato. Habito este local temporário enquanto descanso a minha alma avançada. Sou um gato e sou 7.(...)"

Texto de Célia F.

domingo, 25 de Outubro de 2009

Sunday morning - Maroon 5

Domingo de manha...

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

José Mário Branco - Ser solidário

"Ser solidário assim para além da vida, por dentro da distancia percorrida, fazer de cada perda uma raiz e improvavelmente ser feliz..."

Uma das musicas cantados pelos 3 senhores... aqui podem ver um pouco do concerto!

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Três cantos


segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Sergio Godinho - Primeiro dia

"HOJE É O PRIMEIRO DIA

DO RESTO DA TUA[MINHA] VIDA..."

Comecei hoje o curso na Restart de Produção e Marketing de Eventos. Já tive muitos 1º dias, hoje foi mais um... e mais ao de vir! :)

sábado, 17 de Outubro de 2009

Convívio
















sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Portugal de A a Z

Simplesmente fabuloso!
Explorem bem todas as paginas e cliquem em tudo!

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Fui ali até a praia fazer a fotossíntese...



quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

(...)
- Eu acreditava que não iamos ter mais cenas - dise-lhe enquanto andava de um lado para o outro.
Não me respondeu, e acrescentei:
- Mas que seja a última.
Senti que as lágrimas paravam e um momento depois, por baixo delas, respondeu-me:
- Como quiseres.
Mas caiu imediatamente no sofá, a soluçar:
- Mas o que é que eu te fiz? Que é que te fiz?
(...)
A minha voz era certamente muito mais dura que as minhas palavras. Inês levantou-se e apoiando-se no braço do sofá repetiu, gelada:
- Como quiseres.
Era uma despedida. Eu ia acabar e adiantaram-se-me. O amor próprio, o vil amor próprio, tocado em carne viva, fez-me responder:
- Perfeitamente. Vou-me embora. Que sejas feliz... outra vez.
Não compreendeu e olhou-me com estranheza. Tinha cometido a primeira infâmia; e, como costuma acontecer nestes casos, senti vertigem de me enlamear ainda mais.
(...)
Compreendeu melhor o meu sorriso que as minhas palavras e, enquanto fui buscar o meu chapéu ao corredor, o seu corpo e a sua alma caíam na sala.
Então, nesse instante em que cruzei a galeria, senti intensamente quanto a amava e o que acabava de fazer. Aspiração de luxo, matrimónio distinto, tudo se me evidenciou como uma chaga da minha própria alma. E eu que me oferecia em leilão às feias mundanas com ortuna, que me punha a venda, acabava de cometer o acto mais ultrajante com a mulher que me amou demasiado... Fraquesa no Monte das Oliveiras, o momento vil num homem que não o é, tem o mesmo final: ânsia de sacrifício, da mais alta reconquista do próprio valor. E depois a imensa sede de ternura, de apagar beijo após beijo as lágrimas da milher adorada, cujo primeiro sorriso após a ferida que lhe causámos é a mais bela luz que pode inundar o coração de um homem.
E acabou-se! Não me era possível perante mim mesmo voltar a tomar o que acabava de ultrajar desa maneira; já não era digno dela nem a merecia mais. Num segundo tinha enlameado o amor mais puro que homem algum tinha sentido sobre si e, com Inês, acabava de perder a felicidade, impossível de reencontrar, de possuir quem nos amou intimamente.
Desesperado, humilhado, cruzei a porta pela frente e vi-a deitada no sofá, soluçando a alma inteira sobre os seus braços. Inês! Perdida já! Senti mais funda a minha miséria perante o seu corpa, todo o seu amor, abalado pelos soluços de uma alma morta. Quase sem me dar conta, detive-me.
- Inês! - chamei-a.
A minha voz já não era a mesma de antes. E ela notou-o bem porque a sua alma sentiu, aumentando o seu soluças, a desesperada chamada que o meu amor lhe fazia, desta vez sim, imenso amor!
- Não, não... - respondeu-me. - É demasiado tarde!
***
(...)
Sai imediatamente de Buenos Aires sem ver quase ninguém e menos ainda aquele meu namoro fortuna... Voltei passado oito anos e soube então que se tinha casado, seis meses depois de eu me ter ido embora. Voltei a afastar-me e há um mês regressei tranquilo e em paz.
Não tinha voltado a vê-la. Era para mim como um primeiro amor, com o encanto dignificante que um idílio virginal tem para o homem feito, que depois amou cem vezes... Se você alguma vez for amado tal como eu o fui e ultrajar como eu o fiz, compreenderá toda a pureza que há nas minhas recordações.
Até que uma noite tropecei nela. Sim, essa mesma noite no teatro... Compreendi, ao ver o corpulento armazenista que era o marido, que se tinha precipitado no casamento, como eu ao Ucayali...
Mas ao vê-la outra vez, a vinte metros de mim, olhando-me, senti que a minha alma, a dormir em paz, surgia sangrando a desolação de a ter perdido, como se não tivesse passado nem um só dia desses dez anos. Inês! A sua beleza, o seu olhar, única entre todas as mulheres, tinham sido meus, bem meus, porque me tinham sido entregues com adoração. Também você apreciará isto algum dia.
Fiz tudo o que é humanamente possível para esquecer, apertei os dentes tentando concentrar todo o meu pensamento no palco. Mas a prodigiosa partitura ad Wagner, esse grito de paixão doentia, acendeu em chama viva o que eu queria esquecer. No segundo ou no terceiro acto não aguentei mais e virei a cabeça. Ela também sofria a segestão de Wagner e olhava-me. Inês, minha vida! Durante meio minuto, a sua boca, as suas mãos, estiveram sob a minha boca e os meus olhos e durante esse tempo ela concentrou a sua palidez a sensação dessa felicidade morta há dez anos. E Tristão sempre, as suas lamentações de paixão sobre-humana sobre a nossa felicidade enlevada!
Levantei-me então, atravessei as poltronas como um sonâmbulo e avancei pelo corredor aproximando-me dela sem a ver e sem que me visse, como se durante dez anos eu não tivesse sido um miserável.
E como há dez anos atrás, sofri a alucinação de que levava o chapéu na mão e ia passar à frente dela.
Passei, a porta da frisa estava aberta, e detive-me, enlouquecido. Como há dez anos atrás sobre o sofá, ela, Inês, deitada agora no divã da antecâmara, soluçava a paixão de Wagner e a sua felicidade desfeita.
Inês!... Senti que o destino me colocava num momento decisivo. Dez anos!... Mas teriam mesmo passado? Não, não, Inês minha!
E como então, ao ver o seu corpo todo em amor, sacudido pelos soluços, chamei-a:
- Inês!
E como há dez anos, os soluços redobraram e, como então, respondeu-me sob os seus braços:
- Não, não... É demasiado tarde!...

("A morte de Isolda" de Haracio Quiroga in " Contos de amor, loucura e morte")

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

PARABÉNS NEIDE!

Há que referir que a foto é do Sr. Estrelinha!

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Para a minha irmã


Mais um filme a não perder. Com uma moral...uma grande lição de vida/s! (fartei-me de lacrimejar...)

domingo, 11 de Outubro de 2009

Travesia Lisboa - Cacilhas



"(...)Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida(...)"

sábado, 10 de Outubro de 2009

Fomos festejar... sem o aniversariante!

Ora no dia 09 as 23h 30, lá fomos cear para comemorar o aniversário do Pedro. Saímos do "Fabrice" as 2h da matina e fomos continuar o festejo com um "morrito" no bairro alto. O Pedro não foi mas nos tínhamos intenção de ir ter com ele...
O típico "quer flor?"...

Apesar do meu riso este foi um momento assustador! Do nada o homem começou a embirrar... Sabe-se lá porque?! Deve ter sido por isso que perderam a droga passado uns minutos! Ai o que o álcool faz!
Depois veio o romantismo alheio...
E a palhaçada! Bem, a festa do Pedro a que íamos...
Passou da hora e acabou! Como ele tinha de trabalhar no dia seguinte não se foi juntar a nos e nos tentamos ir para o Jamaica. Estava cheio! Então...Fomos pó Tramps...

A noite foi longa! :P Seguimos até ao Rato comer um salgadinho pá encher o bucho e cada um seguiu o seu caminho para o destino perfeito... cama!

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

PARABÉNS PEDRO!


MuitAs FeliCiDADeS AMOr DA viDA!

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Emilia - Big big Wordl

Lembram-se desta musica? Ontem não sei porque, dei com a minha mãe a cantarolar "I'm a big big girl..." Era uma pita de 12 anos quando isto saíu! Velhos tempos... E pronto, hoje dei por mim a canta-la durante toda a viagem de Lisboa a Santarém! É verdade, fui a Santarém gastar uma modica quantia de 133 Euros, para ter um certificado que de direito é meu! Ridículo ter de pagar 100 euros por um papelito com a media do curso e outros 33 euros para saber as minhas 29 notas ao longo destes anos! Será que já não bastou as propinas??

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Amália - A casa da mariquinhas

Faz hoje 10 anos que a grande senhora do fado nos deixou. Fica uma pequena recordação (sendo que esta vem dos lados aziaticos!lol!)!

Amália da Piedade Rodrigues (Lisboa - Julho 1920 - Outubro 1999)

sábado, 3 de Outubro de 2009


E lá fui eu ver a exposição de final de curso da Mana Margarida!
Parabens! =)

sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Inclui na minha dieta os sentimentos,
evitando assim momentos de desilusão.

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

"Madzero tropeçou no passo que não deu."
(Mia couto in O outro pé da sereia)


Sinto que também eu ando a tropeçar nos passos que não dou, ando a tropeçar no vazio, ou então, sou mesmo eu que me sinto vazia.

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

"Quem tem insonia é o peixe que só adormece na frigideira."
(Mia Couto in O outro pé da sereia)